sexta-feira, 17 de junho de 2011
Brasil Sem Miséria vai localizar e incluir em seus programas 16,2 milhões de brasileiros
Plano lançado esta semana alia transferência de renda, acesso a serviços públicos e inclusão produtiva. Equipes vão localizar, cadastrar e encaminhar as famílias aos programas sociais.
"O Brasil sem Miséria abre de vez uma grande porta de entrada para o Século 21. Este plano nasce com base na filosofia de que a melhor política é a de desenvolvimento social. Ele é fruto do que já conquistamos nos últimos anos. É um círculo virtuoso, que estamos ampliando e aperfeiçoando. Um modelo de compromisso profundo com os mais pobres", destacou a presidenta Dilma.
Com a meta de retirar 16,2 milhões de brasileiros da situação de extrema pobreza, a presidenta Dilma Rousseff lançou nesta quinta-feira (2), em Brasília, o Plano Brasil Sem Miséria, que agrega transferência de renda, acesso a serviços públicos, nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento e energia elétrica, e inclusão produtiva. Com um conjunto de ações que envolvem a criação de novos programas e a ampliação de iniciativas já existentes, em parceria com estados, municípios, empresas públicas e privadas e organizações da sociedade civil, o governo federal quer incluir a população mais pobre nas oportunidades geradas pelo forte crescimento econômico brasileiro.
"O Brasil sem Miséria abre de vez uma grande porta de entrada para o Século 21. Este plano nasce com base na filosofia de que a melhor política é a de desenvolvimento social. Ele é fruto do que já conquistamos nos últimos anos. É um círculo virtuoso, que estamos ampliando e aperfeiçoando. Um modelo de compromisso profundo com os mais pobres", destacou a presidenta Dilma.
O objetivo é elevar a renda e as condições de bem-estar da população. O Brasil Sem Miséria vai localizar as famílias extremamente pobres e incluí-las de forma integrada nos mais diversos programas de acordo com as suas necessidades. Para isso, o governo seguirá os mapas de extrema pobreza produzidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “O Brasil Sem Miséria levará o Estado às pessoas mais vulneráveis onde estiverem. A partir de agora, não é a população mais pobre que terá que correr atrás do Estado, mas o contrário”, afirma ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.
Busca ativa - Na estratégia da busca ativa, as equipes de profissionais farão uma procura minuciosa na sua área de atuação com o objetivo de localizar, cadastrar e incluir nos programas as famílias em situação de pobreza extrema. Também vão identificar os serviços existentes e a necessidade de criar novas ações para que essa população possa acessar os seus direitos.
Busca ativa - Na estratégia da busca ativa, as equipes de profissionais farão uma procura minuciosa na sua área de atuação com o objetivo de localizar, cadastrar e incluir nos programas as famílias em situação de pobreza extrema. Também vão identificar os serviços existentes e a necessidade de criar novas ações para que essa população possa acessar os seus direitos.
Mutirões, campanhas, palestras, atividades socioeducativas, visitas domiciliares e cruzamentos de bases cadastrais serão utilizados neste trabalho. A qualificação dos gestores públicos no atendimento à população faz parte da estratégia.
Os números do Plano Brasil Sem Miséria
Os números do Plano Brasil Sem Miséria
Retirar 16,2 milhões da extrema pobreza
Renda familiar de até R$ 70 por pessoa
59% do público alvo está no Nordeste, 40% tem até 14 anos e 47% vivem na área rural
Qualificar 1,7 milhão de pessoas entre 18 e 65 anos
Capacitar e fortalecer a participação na coletiva seletiva de 60 mil catadores até 2014
Viabilizar a infraestrutura para 280 mil catadores e incrementar cem redes de comercialização
Aumentar em quatro vezes, elevando para 255 mil, o número de agricultores familiares, em situação de extrema pobreza, atendidos pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) Equipe de 11 técnicos para cada mil famílias de agricultores
Fomento semestral de R$ 2,4 mil por família, durante dois anos, para apoiar a produção e a comercialização excedente dos alimentos
253 mil famílias receberão sementes e insumos
600 mil famílias terão cisternas para produção
257 mil receberão energia elétrica
Construir cisternas para 750 mil famílias nos próximos dois anos e meio
Implantação de sistemas complementares e coletivos de abastecimento para 272 mil famílias
Bolsa Verde: R$ 300 para preservação ambiental
Bolsa Família incluirá 800 mil
Mais 1,3 milhão de crianças e adolescentes incluídos no Bolsa Família
matéria extraída do site: www.mds.gov.br
Renda familiar de até R$ 70 por pessoa
59% do público alvo está no Nordeste, 40% tem até 14 anos e 47% vivem na área rural
Qualificar 1,7 milhão de pessoas entre 18 e 65 anos
Capacitar e fortalecer a participação na coletiva seletiva de 60 mil catadores até 2014
Viabilizar a infraestrutura para 280 mil catadores e incrementar cem redes de comercialização
Aumentar em quatro vezes, elevando para 255 mil, o número de agricultores familiares, em situação de extrema pobreza, atendidos pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) Equipe de 11 técnicos para cada mil famílias de agricultores
Fomento semestral de R$ 2,4 mil por família, durante dois anos, para apoiar a produção e a comercialização excedente dos alimentos
253 mil famílias receberão sementes e insumos
600 mil famílias terão cisternas para produção
257 mil receberão energia elétrica
Construir cisternas para 750 mil famílias nos próximos dois anos e meio
Implantação de sistemas complementares e coletivos de abastecimento para 272 mil famílias
Bolsa Verde: R$ 300 para preservação ambiental
Bolsa Família incluirá 800 mil
Mais 1,3 milhão de crianças e adolescentes incluídos no Bolsa Família
matéria extraída do site: www.mds.gov.br
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Festa Junina com crianças e pré adolescentes - CRAS Planalto
Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa

Artigo da diretora da Secretaria Nacional de Assistência Social do MDS apresenta a campanha em defesa dos direitos dos idosos
Margarete Cutrim
A Organização das Nações Unidas e a Organização Mundial de Saúde declararam o dia 15 de junho como Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, visando sensibilizar toda a sociedade em prol do combate à violência contra idosos e a disseminação do entendimento da violência como violação aos direitos humanos.
Nessa direção, a Política de Assistência Social, regida pela Lei Orgânica da Assistência Social (Loas/93) e concretizada pelo Sistema Único de Assistência Social (Suas) assegura proteção às pessoas idosas, contando com cobertura nacional da proteção social básica, com 7.607 Cras (Centros de Referência de Assistência Social); garantia da proteção social especial, com 2.155 Creas (Centros de Referência Especializados de Assistência Social), cobertura de 1.712.341 idosos, incluídos no Benefício de Proteção Continuada (BPC) e 393 mil Carteiras do Idoso emitidas.
Os Creas são espaços privilegiados de oferta de atendimento especializado a indivíduos e famílias em situação de violência, negligência, abandono, entre outras formas de violação de direitos. Conforme o Censo Suas 2010, 72% dos Creas oferecem atendimento especializado voltado para situações de violência (física, psicológica, negligência e abandono) contra idosos.
Todos devem denunciar! Para isso, a Secretaria de Direitos Humanos ampliou o serviço do Disque 100 para acolher denúncias de violência contra pessoas idosas. Trata-se de um serviço gratuito, que funciona 24 horas por dia. A identidade de quem denuncia é preservada. Denúncias também podem ser feitas pelo portal http://www.disque100.gov.br ou pelo endereço eletrônico disquedenuncia@sdh.gov.br.
Margarete Cutrim é diretora do Departamento de Proteção Social Especial da Secretaria Nacional de Assistência Social do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Artigo extraído do site: www.mds.gov.br
quinta-feira, 9 de junho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Prefeitura fiscaliza prazo de validade de cestas nutricionais
Sensível à situação de vulnerabilidade social e de risco alimentar de famílias carentes, a Prefeitura de Arapiraca, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, vem realizando, desde janeiro deste ano, um trabalho de fiscalização e acompanhamento do prazo de validade dos alimentos das cestas nutricionais que são distribuídas gratuitamente, desde o ano passado, a centenas de gestantes do município.
Como parte do programa Viva a Vida, a prefeitura já entregou 11.116 cestas nutricionais, beneficiando cerca de quatro mil gestantes em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar.
Os alimentos foram adquiridos pela Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social (Seades) e depois repassados para a Secretaria Municipal de Assistência Social de Arapiraca.De acordo com a assistente social Thaysa Mariá da Silva, cada cesta é composta por 14 itens diferentes, como arroz, leite, feijão, café, açúcar, entre outros alimentos. Toda entrega é acompanhada e fiscalizada por representantes do Conselho Municipal de Assistência Social e da sociedade civil organizada.
“Nossa maior preocupação e cuidado refere-se à qualidade das cestas nutricionais e, sobretudo, ao prazo de validade dos alimentos”, afirma Thaysa Mariá, adiantando que as cestas chegavam periodicamente em remessas.
“Sempre tivemos o cuidado em observar o prazo de validade e até chegamos alertar à Secretaria de Estado da Assistência Social para ampliar o prazo das remessas para este mês de junho, a fim de que não houvesse nenhum problema com a armazenagem dos alimentos”, completou ela.
O programaO programa funciona da seguinte maneira: a partir do sexto mês, a gestante atendida pelas Unidades de Saúde de Arapiraca e acompanhada pelo Centro de Referência e Assistência Social (CRAS), e recebe uma cesta nutricional contendo alimentos ricos em ácido fólico para complementar a alimentação durante o período da gravidez.
Antes de receberem os alimentos, as gestantes participam de palestras com assistentes sociais, enfermeiras, psicólogas e educadores físicos. As gestantes também puderam participar de uma série de alongamentos.
“O prefeito Luciano Barbosa (PMDB) não tem medido esforços para promover a melhoria da qualidade de vida dos moradores, sobretudo as gestantes em situação de vulnerabilidade social e risco nutricional, para que possam ter seus filhos com muita saúde ”, completou ela.
Os alimentos foram adquiridos pela Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social (Seades) e depois repassados para a Secretaria Municipal de Assistência Social de Arapiraca.De acordo com a assistente social Thaysa Mariá da Silva, cada cesta é composta por 14 itens diferentes, como arroz, leite, feijão, café, açúcar, entre outros alimentos. Toda entrega é acompanhada e fiscalizada por representantes do Conselho Municipal de Assistência Social e da sociedade civil organizada.
“Nossa maior preocupação e cuidado refere-se à qualidade das cestas nutricionais e, sobretudo, ao prazo de validade dos alimentos”, afirma Thaysa Mariá, adiantando que as cestas chegavam periodicamente em remessas.
“Sempre tivemos o cuidado em observar o prazo de validade e até chegamos alertar à Secretaria de Estado da Assistência Social para ampliar o prazo das remessas para este mês de junho, a fim de que não houvesse nenhum problema com a armazenagem dos alimentos”, completou ela.
O programaO programa funciona da seguinte maneira: a partir do sexto mês, a gestante atendida pelas Unidades de Saúde de Arapiraca e acompanhada pelo Centro de Referência e Assistência Social (CRAS), e recebe uma cesta nutricional contendo alimentos ricos em ácido fólico para complementar a alimentação durante o período da gravidez.
Antes de receberem os alimentos, as gestantes participam de palestras com assistentes sociais, enfermeiras, psicólogas e educadores físicos. As gestantes também puderam participar de uma série de alongamentos.
“O prefeito Luciano Barbosa (PMDB) não tem medido esforços para promover a melhoria da qualidade de vida dos moradores, sobretudo as gestantes em situação de vulnerabilidade social e risco nutricional, para que possam ter seus filhos com muita saúde ”, completou ela.
Matéria extraída do site: http://www.arapiraca.al.gov.br/v3/noticia.php?notid=3379
quarta-feira, 25 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Seminário sobre o abuso e exploração sexual às crianças e adolescentes
A Secretaria de Assistência Social do município, através do Centro de Referência Especializada da Assistência Social – CREAS, realizou nesta quinta-feira(19), no auditório do CRIA, o “ Seminário sobre o abuso e exploração sexual às crianças e adolescentes”.
O evento, que faz parte da programação das ações voltadas a semana da campanha nacional de combate ao abuso sexual a crianças e adolescentes, contou com a presença de coordenadores do Projovem Adolescente, CRAS de Girau do Ponciano, e representantes do CMDCA, FAMA, Conselho Tutelar, Pestalozzi, Peti, CREAS de Palmeira dos Índios, grupo Shommos e Casa da Menina.
A primeira palestra do seminário foi ministrada pela subsecretária de Assistência Social, Rainilda Sales, que abordou o tema “ Proteção Social Infantil”, na sequencia José Alberto Andrade de Alencar, analista judiciário do TRE, professor de direito da infância e da juventude do Cesmac, ministrou a palestra “ Combate ao abuso sexual de crianças e adolescentes.
O evento foi encerrado com a palestra “ Consequências do abuso e exploração sexual no comportamento de crianças e adolescentes”, apresentada pela psicóloga e professora de psicologia Jurídica do Cesama, Maria do Carmo.
Matéria extraída do site: http://www.arapiraca.al.gov.br/v3/noticia.php?notid=3364
O evento, que faz parte da programação das ações voltadas a semana da campanha nacional de combate ao abuso sexual a crianças e adolescentes, contou com a presença de coordenadores do Projovem Adolescente, CRAS de Girau do Ponciano, e representantes do CMDCA, FAMA, Conselho Tutelar, Pestalozzi, Peti, CREAS de Palmeira dos Índios, grupo Shommos e Casa da Menina.
A primeira palestra do seminário foi ministrada pela subsecretária de Assistência Social, Rainilda Sales, que abordou o tema “ Proteção Social Infantil”, na sequencia José Alberto Andrade de Alencar, analista judiciário do TRE, professor de direito da infância e da juventude do Cesmac, ministrou a palestra “ Combate ao abuso sexual de crianças e adolescentes.
O evento foi encerrado com a palestra “ Consequências do abuso e exploração sexual no comportamento de crianças e adolescentes”, apresentada pela psicóloga e professora de psicologia Jurídica do Cesama, Maria do Carmo.
Matéria extraída do site: http://www.arapiraca.al.gov.br/v3/noticia.php?notid=3364
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