terça-feira, 23 de novembro de 2010

I Seminário Interdisciplinaridade e Serviço Social

As técnicas do CRAS de Batingas Danielle Valeriano e Graciele Faustino, participaram do I Seminário Interdisciplinaridade e Serviço Social, realizado nos dias 18, 19 e 20 de novembro, com a Palestra sobre o Trabalho de Assistente Social e Psicólogo nos CRAS.
O seminário contou com a presença de técnicos de Serviço Social e outras especialidades, discutindo sobre o trabalho interdisciplinar nas instituições.

O evento foi organizado pelos alunos de Serviço Social da Ufal(Palmeira dos Índios).



quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Capacitação para técnicos municipais sobre novo formulário do Cadastro Único para Programas Sociais


Foi realizado do dia 9/11 a 12/11 a primeira etapa da capacitação para os técnicos municipais sobre o Novo Formulário do Cadastro Único para Programas Sociais. O evento, foi promovido pela Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), foi dividido em quatro etapas. Os municípios que ficaram nesta primeira etapa se dividiram em quatro salas da Fits e participaram de oficinas até o final da semana. “Este é um cadastro mais rico, mais completo, e é fundamental a participação dos municípios. Uma boa coleta de dados realizada pelos técnicos refletirá a realidade dos municípios e do Estado”, destacou a secretária Adjunta de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social, Juliana Vergetti. Os coordenadores e entrevistadores municipais do Programa Bolsa Família e técnicos dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) conheceram a versão do Novo Formulário do Cadastro Único e sua metodologia de preenchimento para uma correta coleta dos dados. Esse Formulário será implantado em todo país a partir de 2011.
Nesta primeira etapa, foram capacitados os municípios de Coqueiro Seco, Ouro Branco, Barra de Santo Antônio, Palmeira dos Índios, Minador do Negrão, Paulo Jacinto, Jacaré dos Homens, Poço das Trincheiras, Olho D’água das Flores, Olho D’água Grande, Pilar, Junqueiro, Coruripe, Chã Preta, Piaçabuçu, Arapiraca, Jaramataia, Campestre, Teotônio Vilela, Tanque D’ Arca, Maceió, Taquarana, Barra de São Miguel, Porto Calvo, Coité do Nóia, Paripueira, Campo Alegre, São Miguel dos Milagres e Pariconha. (Fonte: http://www.assistenciasocial.al.gov.br/sala-de-imprensa/noticias/2010/11/comeca-capacitacao-para-tecnicos-municipais-sobre-novo-cadastro-do-programa)

Arapiraca contou com a participação de profissionais do PBF, CRAS, CREAS, totalizando 12 participantes.


domingo, 17 de outubro de 2010

sábado, 2 de outubro de 2010

I FESTIVAL DE TEATRO DO PROJOVEM ADOLESCENTE - 29/09/10













Prefeitura de Arapiraca através da Secretaria de Assistência Social reúne nesta quarta-feira no Teatro do Sesi alunos integrantes do programa federal Projovem Adolescente para a I Mostra de Teatro.

Os espetáculos com texto produzidos pelos adolescentes e direção dos oficineiros Wellington Santos e Paulo César apresentaram as peças: O elevador, Um casamento muito esquisito, Vida de adolescente, A escolha, Acessibilidade, Raízes de Arapiraca, Patrimônio Público e o Circo.

Em Arapiraca, o programa federal Projovem Adolescente conta com 640 integrantes distribuídos em nove núcleos nos bairros Primavera, Manoel Teles, Batingas, Canafístula, Planalto, Itapoã, Capiatã, Jardim das Paineiras e Baixa Grande.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

I SEMINÁRIO PRÓ-CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE ALAGOAS - 23 E 24 DE AGOSTO DE 2010


O I Seminário Estadual Pró-Convivência Familiar e Comunitária de Alagoas aconteceu no Centro Cultural e de Exposição Ruth Cardoso. Promovido pela Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), o objetivo do seminário é socializar as experiências exitosas no país relacionadas ao investimento na família como a melhor opção para proteger os direitos das crianças e adolescentes.
Segundo o promotor de Justiça do Paraná, Murilo Digiacomo, é preciso desenvolver uma política pública para atuar junto às crianças e famílias. “É necessário estabelecer estratégias para acabar esta separação de trabalho, onde de um lado ficam as entidades e do outro o poder judiciário. Precisamos mudar esta prática do acolhimento institucional, é importante resgatar os vínculos familiares com cautela e responsabilidade, sendo profissionais para encontrar soluções concretas para os problemas”, disse.Durante a segunda-feira foram discutidos temas como o Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária, a Promoção do Direito à Convivência Familiar e Comunitária, GT Nacional, os parâmetros para atendimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e as modalidades de acolhimento institucional e o Panorama Internacional na Proteção às Crianças e Adolescentes.“A riqueza do nosso encontro está na multiplicidade de atores, como Ministério Público, governo federal, estadual, municipal e a sociedade civil como estão aqui presentes. Esse intercâmbio de informações e a facilitação do diálogo entre as instituições são de extrema importância”, destacou a representante do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Iracema Souto.Para a secretária adjunta de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social, Juliana Vergetti, existe uma dívida histórica para com as crianças e adolescentes de todo o Brasil. “Temos a responsabilidade de disseminar a discussão desses direitos e este é o momento de ampliar os conhecimentos. Esse seminário é mais um passo para o fortalecimento da rede de garantias de direitos”, disse ela.Vergetti disse ainda, que o papel desta rede é fortalecer vínculos. “Precisamos da rede fortalecida e unida para que possamos garantir os direitos das crianças e adolescentes. Casos de abuso e exploração sexual ficavam em silêncio pois as pessoas não sabiam a quem denunciar, com o trabalho que vem sendo desenvolvido as pessoas estão mais corajosas para fazer as denúncias”, concluiu. O seminário aconteceu em parceria com o Grupo de Trabalho Nacional Pró-Convivência Familiar e Comunitária. E conta com o apoio da Associação Brasileira Terra dos Homens (ABTH), Instituto C&A, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Este é o 20º encontro promovido pelo GT Nacional.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

I FORUM MUNICIPAL DE PSICOLOGIA - ARAPIRACA


Em comemoração ao Dia do Psicólogo, que acontecerá em 27 de agosto, a Secretaria Municipal de Assistência Social de Arapiraca promoveu nesta quarta feira(18/08/10) o 1º Forum Municipal de Psicologia. Contamos com as presenças de Everaldo Lauritzen(psicólogo, psicopedagogo, mestrando em ciências da educação e coordenador do CRAS de Porto Seguro-BA) que proferiu a palestra com o tema: "A Atuação do Profissional de Psicologia na Política de Assistência Social" e dos representantes do CRP/15: Felix Vilanova(presidente do Conselho), Eduardo(psicólogo CREPOP/AL) e Benedito Cedrin(psicólogo).

Graciele (psicóloga CRAS) e Emanuela (psicóloga CREAS) apresentaram, respectivamente, a atuação dos psicólogos nos CRAS e no CREAS de Arapiraca.
mais no site: www.arapiraca.al.gov.br



sexta-feira, 30 de julho de 2010

O ECA completou 20 anos no dia 13 de julho!

Sancionado em 13 de julho de 1990, o ECA é a regulamentação dos artigos 227 e 228 da Constituição que estabelece como "dever da família, da sociedade e do Estado assegurar, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária".
Regulamentar significa criar regras, por meio de uma nova lei, decretos ou resoluções, para possibilitar o cumprimento da legislação.
De acordo com Carmem Oliveira, subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República e presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), um dos principais pontos que ainda precisa ser regulamentado é como possibilitar a escolarização e profissionalização de menores infratores que estão internados em instituições.
Carmem afirmou que a criação do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase) está em discussão no Congresso. "Está bem próximo de ser concretizado, está passando sem modificações inclusive entre, digamos, defensores da redução da maioridade penal. (...) No ECA está muito vago, fala de direito a escola para menor internado, mas não diz que tipo de escola é. Isso está especificado no Sinase, que vincula a educação ao sistema formal de ensino com certificação do avanço da escolarização", explica.
Somente na Câmara dos Deputados, tramitam 169 propostas que alteram o ECA, conforme a Agência Câmara. Entre elas, está a que institui o Sinase. O Sinase ainda precisa passar por comissões e pelo plenário do Senado. Se passar, será enviado à sanção presidencial.
A juíza Brigitte Remor de Souza May, que integra a diretoria da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP), disse que, desde 1990, já foram aprovadas oito leis que alteraram o ECA, sendo que a nova lei da adoção foi a que trouxe mais mudanças.
Para a juíza, a regulamentação da educação para jovens que cumprem medidas socioeducativas é importante, mas ela destaca que esses adolescentes representam um grupo pequeno perto dos demais que também precisam de políticas públicas. "As pessoas acham que adolescentes são grandes responsáveis pela violência, mas representam pouco em relação aos adultos. Na internação, o problema não é só a educação, mas a saúde, a profissionalização", destaca.
Brigitte May afirmou que é preciso criar meios para prevenção da violência, como criação de escolas integrais e medidas para evitar evasão escolar e gravidez entre adolescentes.A juíza destacou que há outros pontos da legislação que precisam de regras mais claras, como destituição de poder familiar.
Para ela, mesmo com as pendências, o ECA é um "avanço". "A ideia é aprimorar. Tem coisas que poderiam ser aperfeiçoadas, mas do jeito que está, foi um avanço." Ela destaca que, por conta da lei, muitos juízes conseguem garantir na Justiça que crianças sejam matriculadas em creches e em escolas. "Ele é nosso norte, um instrumental para garantia dos direitos."
A ABMP informou que criará grupos formados por juízes, defensores e promotores para discutir mudanças no ECA e enviar as sugestões ao Congresso.