quinta-feira, 28 de agosto de 2008

COMEMORAÇÃO DO DIA DO PSICÓLOGO**PARABÉNS A TODOS

PSICÓLOGAS DOS CRAS DE ARAPIRACA COM FELIX(PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA) E LOURENÇO

PSICÓLOGOS COMEMORANDO O DIA 27, JUNTAMENTE COM A SECRETÁRIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL ADÉLIA E SUB SECRETÁRIA RAINILDA

terça-feira, 26 de agosto de 2008

**27 de agosto DIA DO PSICÓLOGO**

A PSICOLOGIA NO CRAS

A INSERÇÃO DO PSICÓLOGO NAS POLÍTICAS PÚBLICAS CRESCEU NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS. ESSA ATUAÇÃO FOI ACOMPANHADA PELA CONSTRUÇÃO DE PRÁTICAS COMPROMETIDAS COM A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL, EM DIREÇÃO A UMA ÉTICA VOLTADA PARA A EMANCIPAÇÃO HUMANA.
A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NA ASSISTÊNCIA SOCIAL TEM COMO FINALIDADE BÁSICA O FORTALECIMENTO DOS USUÁRIOS COMO SUJEITOS DE DIREITOS E O FORTALECIMENTO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS.
O PSICÓLOGO PODE PARTICIPAR DE TODAS AS AÇÕES DO CRAS, ARTICULANDO A SUA ATUAÇÃO A UM PLANO DE TRABALHO ELABORADO EM CONJUNTO COM A EQUIPE INTERDISCIPLINAR.
AS ATIVIDADES DO PSICÓLOGO NO CRAS DEVEM ESTAR VOLTADAS PARA ATENÇÃO E PREVENÇÃO A SITUAÇÃO DE RISCO, OBJETIVANDO ATUAR NAS SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE POR MEIO DO FORTALECIMENTO DOS VÍNCULOS FAMILIARES E COMUNITÁRIOS E POR MEIO DO DESENVOLVIMENTO DE POTENCIALIDADES E AQUISIÇÕES PESSOAIS E COLETIVAS, VALORIZANDO OS ASPECTOS SAUDÁVEIS PRESENTES NOS SUJEITOS, NAS FAMÍLIAS E NA COMUNIDADE.
O PSICÓLOGO DEVE OFERECER ESCUTA QUALIFICADA DAS DEMANDAS. DEVE ENFATIZAR AS RELAÇÕES DA PESSOA COM SEUS CONTEXTOS, ATENTAR PARA A PREVENÇÃO DE SITUAÇÕES DE RISCO, PAUTAR SUA ATUAÇÃO PELOS MARCOS NORMATIVOS DA ASSISTÊNCIA SOCIAL.(NOB-SUAS/2005).
ATUALMENTE, NO MUNICÍPIO DE ARAPIRACA, CONTAM COM 7 CRAS DISTRIBUÍDOS NAS ÁREAS DE MAIOR VULNERABILIDADE SOCIAL.SÃO ELES:
*CRAS BATINGAS
PSICÓLOGAS: VIVIANE E GRACIELE
*CRAS CANAFÍSTULA
PSICÓLOGAS: SÂMYA E CHRISTIANNE
*CRAS OLHO D'AGUA DOS CAZUZINHAS
PSICÓLOGAS: KELINE E LILIANA
*CRAS ITAPOÃ
PSICÓLOGAS: ILÂNIA E CLAUDENICE
*CRAS MANGABEIRAS
PSICÓLOGA: YANA
*CRAS PLANALTO
PSICÓLOGAS: JANE E FERNANDA
*CRAS MANOEL TELES
PSICÓLOGAS: TIANA
Atualmente desenvolvemos várias ações no âmbito comunitário como grupos sócio-educativos, oficinas de convivência (grupo de crianças, grupo de mães/mulheres, grupo de adolescente, grupo de idosos, grupo de gestantes), ações comunitárias, campanhas sócio educativas, realização de projetos sociais.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

CREPOP EM ARAPIRACA


O CREPOP (CENTRO DE REFERÊNCIAS TÉCNICAS EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS) REUNIU,NESTA TERÇA(12/08) EM ARAPIRACA, OS PSICÓLOGOS ATUANTES EM ARAPIRACA E MUNICÍPIOS CIRCUNVIZINHOS COM O TEMA: CONSTRUÇÃO DE TRABALHOS COLETIVOS.
O ENCONTRO OBJETIVOU DEBATER SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA PATAMARES DE RESPONSABILIZAÇÃO PROFISSIONAL E DE GESTÃO.
FOI DISCUTIDO AS EXPERIÊNCIAS E AS DIFICULDADES DE CADA PROFISSIONAL ATUANTE NO MUNICÍPIO DE ARAPIRACA E MUNICÍPIOS CIRCUNVIZINHOS.
A REUNIÃO CONTOU COM A PRESENÇA DE REPRESENTANTES DA SAÚDE E DO CREAS.

Direitos Humanos!

terça-feira, 15 de julho de 2008

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE COMPLETA 18 ANOS



O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que atingiu sua "maioridade" neste domingo, ao completar 18 anos, conseguiu nesse período, a partir da exigência de políticas públicas voltadas à juventude, reduzir em 45% a taxa de mortalidade infantil e ampliar para 98% o índice de acesso à educação pública.
O ECA prevê, entre outros pontos, que nenhuma criança ou adolescente será alvo de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, estabelece a criação de conselhos tutelares e varas especializadas em Direito da juventude, além da universalização de creches e escolas públicas.

Para o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, o ECA representa um conjunto de normas "de natureza protetiva e preventiva", adotado em substituição ao "autoritário e centralizador" Código de Menores. Editada na década de 1970, essa legislação, explica Mendes, "resumia-se a segregar menores em situação irregular com base na ideologia de punir por punir seus carentes e abandonados".
"A um só tempo (o ECA) preencheu as lacunas surgidas diante da exigência de um novo contexto social e viabilizou avanços significativos no tocante a políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social bem conduzido dos jovens", comenta o presidente do STF.
A entrada em vigor do ECA, em julho de 1990, foi responsável, por exemplo, por tirar do trabalho em olarias de Palhano (CE) o então menino Zeca, hoje o conselheiro tutelar José Valmir Gomes. Abandonado pela mãe com apenas 16 dias de vida, Zeca foi adotado por outra família, mas, após a morte dos pais, teve de trabalhar, ainda criança, para completar a renda da avó. Hoje, no segundo mandato como conselheiro tutelar, Gomes trabalha pela erradicação das violações aos direitos das crianças em Palhano.

Apesar das conquistas do ECA nos últimos 18 anos, o Sistema de Informação para a Criança e o Adolescente (Sipia) registrou, de 1999 a 2008, 600 mil casos de violência doméstica contra menores, sendo mais de 300 mil cometidos pelos próprios pais. A cada 10 horas, aponta o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), uma criança de 0 a 10 anos é assassinada. São 16 por dia.
"A maioridade do ECA significa também maturidade, que a família seja madura, que o poder público aplique a lei, que o poder administrativo priorize em sua pauta políticas que favoreçam as crianças", defende Siro Darlan.
A criação de conselhos tutelares, é uma das determinações do ECA. "Cerca de 90% dos municípios têm conselhos tutelares.

"As varas especializadas e promotorias da infância foram criadas, mas os promotores também são promotores criminais, são também os que fiscalizam presídios. Não é uma vara especializada da criança e do adolescente.
A subsecretária de Direitos da Criança e do Adolescente da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Carmen Oliveira, admite que ainda existem muitos problemas a serem resolvidos para que o ECA seja plenamente cumprido. "Em síntese poderíamos dizer que o ECA está longe de ter atingido a maioridade. Não significa que chegamos a um estágio considerado satisfatório", diz Carmen.
É inquestionável que 18 anos é insuficiente para implementar algumas dificuldades. A população de crianças e adolescentes é muito grande, são 62 milhões delas, o que representa a população total de um país europeu. É a maior população infantil das Américas, e nós no Brasil temos uma história secular de desigualdades", avalia.
Educação e saúde de qualidade.Apesar da universalização da educação nos últimos 18 anos, a qualidade do ensino público oferecido no país ainda é muito questionada pelos idealizadores do Estatuto da Criança e do Adolescente. "Temos alguns nós a desatar, a começar pelo direito à educação. Os avanços são muito tímidos. A melhor coisa foi melhorar o acesso à educação, estamos próximos à universalização do acesso, com 98%, mas o maior desafio se refere à qualidade do ensino. Isso, nesse momento, é crucial", acredita Carmen Oliveira.

"Tivemos os avanços na educação (nesses 18 anos), pelo menos ao acesso ao ensino, mas a qualidade é extremamente baixa", completa o integrante do Conanda, Ariel de Castro Alves.
As metas de redução da mortalidade infantil e o atendimento médico e hospitalar para crianças e adolescentes, também um dos pilares do ECA, têm sido aperfeiçoadas ao longo dos 18 anos, mas o Brasil, com atuais 23 mortes a cada mil nascidos vivos, ainda está a léguas de distância de países como Cuba, com sete mortes a cada mil, ou o Japão, com três óbitos por grupo de mil.

FONTE:www.45graus.com.br

domingo, 6 de julho de 2008

Arraiá da Integração **CRAS BATINGAS**



Casa de Passagem de Arapiraca


A Prefeitura Municipal inaugura a Casa de Passagem de Arapiraca. O local tem capacidade de atender inicialmente 20 menores - crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa implementa no município a Rede de Proteção Social Especial- ação que também poderá beneficiar crianças de outras cidades.
O atendimento da Casa de Passagem será oferecido em sistema de 24 horas, com previsão de moradia, alimentação e uma equipe multidisciplinar para garantia dos direitos fundamentais e previstos no próprio Estatuto da Criança e do Adolescente.
A Casa- um antigo sonho daqueles que trabalham na o promoção das políticas públicas de proteção às Crianças e Adolescentes- não será um abrigo, mas um local provisório, visando a reconstrução dos vínculos familiares através de reaproximação progressiva.

“ O objetivo será sempre o de unir os menores ao seu ambiente familiar, seja de qualquer município do Brasil. Em último caso, aqueles que não tiverem família serão encaminhados para os Abrigos”, comentou a secretária de Assistência Social, Adélia Lúcia.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

II CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA PESSOA IDOSA


"Avanços e Desafios da Rede Estadual de Proteção e Defesa da Pessoa Idosa"

A II Conferência Estadual dos Diretos e Defesa da Pessoa Idosa, teve como objetivo avaliar o processo de reestruturação e construção da Rede Estadual de Atenção à pessoa Idosa, quais os avanços e os desafios no processo de implementação das políticas de direitos da pessoa idosa.
Vários Municipios estavam presente entre os quais Arapiraca.
Um coral formado por 25 idosos de Arapiraca abrilhantou a abertura do evento.

sábado, 14 de junho de 2008

PROGRAMA BPC NA ESCOLA

O BPC na Escola é um programa de Acompanhamento e Monitoramento do Acesso e Permanência na Escola das pessoas com deficiência beneficiárias do BPC.

O Programa tem como objetivo promover a elevação da qualidade de vida e dignidade das pessoas com deficiência e beneficiárias do BPC, preferencialmente até 18 anos de idade, garantindo-lhes acesso e permanência na escola, por meio de ações articuladas das áreas de saúde, educação, assistência social e direitos humanos, envolvendo as esferas federal, estadual e municipal.

fonte: http://www.mds.gov.br/

PROJOVEM ADOLESCENTE

O ProJovem Adolescente integra a proteção social básica do SUAS e configura-se como uma reformulação do Agente Jovem no contexto da Política Nacional da Juventude elaborada pelo Governo Federal.
Destina-se a jovens de 15 a 17 anos, proporcinando capacitação teórica e prática, por meio de atividades que não configurem trabalho, mas que possibilitam a permanência do jovem no sistema de ensino e o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, preparando-o para futuras inserções no mundo do trabalho. Por intermédio do ProJovem Adolescente, o jovem recebe diretamente uma bolsa durante o período em que estiver inserido no programa e atuando em sua comunidade.
O ProJovem Adolescente articula três eixos principais:
  • elevação da escolaridade
  • qualificação para o mundo do trabalho
  • desenvolvimento humano (cultura, esporte, lazer, inclusão digital e ação comunitária)

Com isso zela por uma formação mais completa do jovem.

fonte:www.mds.gov.br

sábado, 17 de maio de 2008

IV Fórum Municipal de Assistencia Social***Arapiraca

Exposição Proteção Social Básica: A prática profissional no PAIF/CRAS

*Direitos Sociais, Grupos Sócio educativos, Projetos Sociais, Cursos de Geração de Emprego e Renda, Programa Bolsa Família, Estatuto da Criança e do Adolescente*







Secretária Municipal de Assistência Social Adélia, coordenadora do PAIF Rainilda(sub secretária), Secretária Municipal de Saúde Aurélia, Vice -Prefeito e da palestrante Yolanda Guerra(RJ)

Hino Nacional com a Banda do PETI

Comemoração do Dia das Mães**CRAS Canafístula


MÃE...do amor sem dimensão, de cada momento,dos atos de cada capítulo de vida não ensaiados, mas vividos em cada emoção



quinta-feira, 6 de março de 2008

A Atuação do(a) Psicólogo(a) na Assistência Social


O Psicólogo, nesse campo, pode desenvolver diferentes atividades em espaços institucionais e comunitários.

Seu trabalho envolve proposições de políticas e ações relacionadas à comunidade em geral e aos movimentos sociais de grupos étnico-raciais, religiosos, de gênero geracionais, de orientação sexual, de classes sociais e de outros segmentos socioculturais, com vistas à realização de projetos da área social e/ou definição de políticas públicas.

Por meio de atuação interdisciplinar o(a) psicólogo(a) pode atender a crianças, adolescentes, de forma individual e/ou em grupo, priorizando o trabalho coletivo, possibilitando encaminhamentos psicológicos quando necessário, desenvolvendo métodos e instrumentais para atendimento e pesquisa com um olhar para o grupo familiar
.

Fonte: Parâmetros para atuação de Assistentes Sociais e Psicólogos(as) na Política de Assistência Social

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

RESPONSABILIDADE DOS CRAS


Como responsabilidades à equipe do CRAS deve prestar informação e orientação para a população de sua área de abrangência, e articular com a rede de proteção social local no que se refere aos direitos de cidadania, mantendo ativo um serviço de vigilância da exclusão social na produção, sistematização e divulgação de indicadores da área de abrangência do CRAS, em conexão com outros territórios.

Carnaval Integração nas ruas de Batingas: Escola/ CRAS/ Associação/USF



Carnaval da Melhor Idade USF/CRAS - Batingas,muita alegria e folia!!!


segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Ações desenvolvidas no CRAS e o nosso público - alvo


Ações:
  • Entrevistas;

  • Palestras voltadas à comunidade ou a família, seu membros e indivíduos;
    Grupo: oficina de convivência e de trabalho socioeducativo para famílias e seus indivíduos e ações de capacitação e de inserção produtiva;

  • Campanhas socioeducativas;

  • Encaminhamento e acompanhamento de famílias e seus membros;

  • Reuniões e ações comunitárias;

  • Articulação e fortalecimento de grupos sociais locais;

  • Produção de material para capacitação e inserção produtiva, para oficinas lúdicas e para campanhas socioeducativas, tais como vídeos, brinquedos, materiais pedagógicos e outros destinados aos serviços socioassistenciais;

  • Deslocamento da equipe para atendimento de famílias em comunidades quilombolas, indígenas, em calhas de rios e em zonas rurais.

Público – alvo:

  • Famílias com indivíduos sem documentação civil;
  • Famílias em descumprimento de condicionalidades do Bolsa familia;

  • Famílias ou indivíduos que atendam aos critérios das transferências de renda que não estajam sendo beneficiados;
  • Famílias com presença de trabalho infantil;
  • Famílias com pessoas beneficiárias do BPC;

  • Famílias com pessoas beneficiárias do BPC, não inserida em serviços locais (educação, saúde, assistência social, esporte, lazer);

  • Famílias com eventos de violência ou antecipadores de violência;
  • Famílias com jovens em situação de vulnerabilidade social;
  • Famílias com crianças sob cuidados de outras crianças ou que permanecem sozinhas em casa;
  • Famílias com ocorrência de fragilização ou rompimento de vínculo;
  • Famílias, seus membros e indivíduos que vivem em condições de vulnerabilidade social, tais como: pobreza, privação (ausência de renda, precária ou nulo acesso aos serviços públicos), fragilização dos vínculos afetivos (discriminação etária, étnicas, de gênero ou por deficiência)